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sábado, 30 de maio de 2020

Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas / adubação e florescimento

Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas
Marcus V. Locatelli
Engenheiro agrônomo, Mestre e Doutor em Solos e Nutrição de Plantas
Especialista em Proteção de Plantas
Orquidófilo há mais de 20 anos
Contato para adquirir Whatsapp 035999744252


Não só da boa nutrição mineral depende um bom cultivo de orquídeas, mas não existe um bom cultivo de orquídeas sem uma boa nutrição das plantas, fato que reflete até mesmo na qualidade das flores nas mais diferentes características avaliáveis.
Nos últimos 4 anos a formulação do Nutriorqui contou com o apoio para testes e aprimoramento no Orquidário Donato, em Poços de Caldas/MG. Ambiente controlado, elevado padrão genético do plantel, quantidade expressiva de plantas proporcionando significativas observações, além de bastante disciplina por parte do proprietário em operar, enfim, um ambiente perfeito para esta finalidade.
Quem tem acompanhado exposições nos últimos anos tem notado o destaque proeminente do orquidário nas premiações, fato que se deve, como já mencionado, ao elevado padrão genético das suas plantas e também ao bom cultivo, que permite extrair e tornar à mostra todo este potencial. Alguns componentes da qualidade das flores são diretamente relacionados à boa nutrição mineral, e como “boa” entendemos os nutrientes sendo fornecidos nas maneiras, proporções e quantidades adequadas.
Fazendo um paralelo entre genética e nutrição em outros contextos, descobriu-se há alguns anos que o genoma humano conta com cerca de 30 mil pares de genes, e o genoma de uma planta de arroz com mais de 56 mil, por aí já vemos que quantitativamente o número de genes não está relacionado com a complexidade dos seres vivos, inclusive com estas descobertas passou a ganhar destaque a epigenética que, resumindo, estuda a forma como os genes interagem entre si e com o ambiente vivente. É notório que a partir disso na medicina a especialidade de nutrologia vem cada vez mais despertando interesses nos médicos e nos pacientes, a nutrição era quase que renegada pelos médicos.
Os primeiros efeitos propostos pelo Nutriorqui, e também observados rapidamente pelos usuários, foram ganhos expressivos no desenvolvimento vegetativo, consistindo em pseudobulbos e folhas maiores do que anteriores, mais raízes, raízes íntegras em especial pela questão de combate à toxidade causada por águas alcalinas, além disso, também o que não está visível, que é um aumento rápido dos teores de nutrientes nos órgãos das orquídeas, o que servem de mais reservas para melhor aguentarem estresses (replantios) ou outras situações que demandem esses recursos, como o florescimento, deste modo já por isso é esperado uma melhor floração.
Mais detalhes, alguns nutrientes como boro e em maior quantidade o potássio são determinantes para a manutenção hídrica das células vegetais. Inevitavelmente células vegetais mais túrgidas são mais arredondadas, sendo mais arredondadas então os órgãos também o serão. O micro repercutindo na forma do macro, ou seja, cada uma das células das flores nas formas das suas peças florais, como as pétalas. O Nutriorqui é o fertilizante para orquídeas destacadamente mais rico em potássio no mercado.
Aliado a isso, seu teor de cálcio, também o mais alto no mercado, colabora para termos uma boa cimentação entre uma célula e outra na planta inteira, inclusive flores, pois o cálcio compõe o pectato de cálcio da lamela média, que é a substância que une uma célula vegetal à outra.
Então temos duas frentes de melhoria de formas técnicas de flores, que são o arredondamento e a melhor cimentação das células, admitindo flores que expressem ao máximo seu potencial de serem arredondadas, e com maiores substâncias, termo orquidófilo para expressar o turgor das flores. Sempre flores com mais substância tem um maior durabilidade.
Atraímos uma atenção especial ao fato de que o fornecimento excessivo de água para as orquídeas, via regas e/ou chuvas, tende a ter o efeito contrário na sua forma técnica, em relação a este maior acúmulo de água celular proporcionada pela adubação.
Ainda, diversas pesquisas demonstraram que o aumento de fósforo na adubação não é compatível para um melhor florescimento das orquídeas, contrariando esta velha crença popular na orquidofilia. Os resultados de nossas análises no decorrer do aprimoramento do Nutriorqui também corroboraram para esta mudança de conceito. O fósforo não é tão requerido pelas orquídeas, retiramos, assim, uma fração  significativa dele da composição, dando espaço a outros nutrientes outrora negligenciados na orquidofilia.
Em relação à intensidade de cores nas flores, há muito tempo em minhas palestras sobre herança de cores já venho comentando sobre origem e acúmulo dos pigmentos nos vacúolos das células, onde também ficam armazenados minerais com reações ácidas ou alcalinas, e cada um desses nutrientes com maiores ou menores potenciais de intensificarem cada uma das cores nas flores. Também levamos isso em conta na formulação do Nutriorqui.
Essas são amostras de informações científicas básicas (em importância) e dispersas que reunimos e aplicamos no desenvolvimento do Nutriorqui,  entramos numa nova fase de divulgação, que já é amparada pelo retorno que tivemos dos nossos clientes: com Nutriorqui o crescimento é maior, e a floração, em vários quesitos, também é melhor.
EM PROCESSO DE REGISTRO.



sexta-feira, 29 de maio de 2020


Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas
Marcus V. Locatelli
Engenheiro agrônomo, Mestre e Doutor em Solos e Nutrição de Plantas
Especialista em Proteção de Plantas
Orquidófilo há mais de 20 anos
Contato para adquirir Whatsapp 035999744252

Um pouco da história de desenvolvimento do Nutriorqui já apresentamos (LINK AQUI) e o rótulo também(LINK AQUI), seguem alguns feedbacks autorizados de clientes:
Incremento a cada brotação, enraizamento sadio, melhora no florescimento




















quinta-feira, 28 de maio de 2020

Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas / Rótulo


Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas
Marcus V. Locatelli
Engenheiro agrônomo, Mestre e Doutor em Solos e Nutrição de Plantas
Especialista em Proteção de Plantas
Orquidófilo há mais de 20 anos
Contato para adquirir Whatsapp 035999744252

Já apresentamos o Nutriorqui na postagem passada (LINK AQUI), seguem algumas informações de rótulo.
Fertilizante mineral de composição mista e com alto teor de carbono orgânico. Possui macro e micronutrientes compatíveis com as exigências nutricionais das orquídeas, sendo suficiente como único fertilizante durante todo seu ciclo de vida. Produto comercial concentrado, sem adição de água.
Contém exclusivo indicador de pH que, após a diluição em água, faz com que a mistura final se apresente na coloração vermelha-alaranjada quando a acidez é ideal (pH entre 5 e 7). Ficando amarela, então mais alcalina (pH maior do que 7), pode-se optar em utilizá-la assim mesmo, ou buscar orientações para ajustes.
Modo de usar: irrigar as plantas previamente, diluir 3 g (ou aproximadamente meia colher de café) para cada litro de água, aguardar alguns minutos para diluição e estabilização da cor e em seguida pulverizar as plantas. Atenção em atingir todas as superfícies de raízes e de substratos. Também pode ser adicionado na caixa d’água de irrigação automática. Repetir a operação quinzenalmente ou, em situações de regas muito frequentes, de maneira semanal.
EM PROCESSO DE REGISTRO.



quarta-feira, 27 de maio de 2020

Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas


   Nutriorqui – Locatelli: fertilizantes para orquídeas
Marcus V. Locatelli
Engenheiro agrônomo, Mestre e Doutor em Solos e Nutrição de Plantas
Especialista em Proteção de Plantas
Orquidófilo há mais de 20 anos
Contato para adquirir Whatsapp 035999744252

Olá pessoal, gostaria de lhes apresentar o Nutriorqui, fertilizante para orquídeas que a gente vem desenvolvendo há muitos anos.
A formulação partiu de estudos científicos sobre a nutrição mineral de orquídeas, o que incluiu muitos dados de análises químicas de suas composições além de outras ponderações técnicas. Foi testado e já é usado há 4 anos no Orquidário Walkeriana Donato, ou seja, em condições reais de cultivo comercial, abrangendo muitas plantas em todas as fases de vida.
Por este contexto, e pelos resultados obtidos, afirmamos que consiste no mais recente avanço em nutrição equilibrada para orquídeas em especial as do grupo das cattleyas, e com seu uso vem sendo alcançado as melhores referências agronômicas em precocidade e vigor que se conhece.
Tais ganhos consistem em diminuição do tempo necessário para seedlings florescerem pela primeira vez, alto incremento de tamanho a cada brotação, elevada taxa de permanência das folhas mais velhas da touceira, maior tolerância das plantas a replantios e outros estresses, além de excelente estado fitossanitário.
Ressalta-se que não só a nutrição é responsável por esses resultados, o mérito é do cultivo como um todo, no entanto, sem uma nutrição adequada esses resultados não são obtidos.
É um adubo de composição mista, possui todos os macronutrientes e micronutrientes necessários, é o mais concentrado do mercado, ou seja, dentre todos os outros fertilizantes é o que possui maior teor de nutrientes totais, então não é necessário complementar com nenhum outro tipo de suplemento nutricional, foi desenvolvido para ser suficiente sozinho.
De maneira EXCLUSIVA para fertilizantes destinados às orquídeas, sua formulação possui substâncias com forte tampão de pH para a faixa do ideal (entre 5 até menor do que 7) além de uma substância indicadora de pH (corante) que após diluição em água muda de cor conforme o pH final desta solução. Combinado a isso, também EXCLUSIVOS componentes orgânicos complexos, os quais auxiliam na absorção e transporte de nutrientes dentro das plantas, uma tecnologia de ponta, que ajuda até mesmo a mitigar, até certo limite, históricos de adubações desequilibradas e desbalanceadas mesmo nas partes mais velhas das orquídeas.
Não contém água adicionada na formulação comercial, deste modo o cliente tem a vantagem de levar um insumo concentrado e não pagar pelo transporte de peso desnecessário.
EM PROCESSO DE REGISTRO.

Algumas  fotos de seus resultados no Orquidário Donato, de Poços de Caldas/MG:

  • Seedlings de Cattleya walkeriana com cerca de 3 meses após saídos dos frascos.




  • Seedlings de Cattleya walkeriana com menos de 2 anos após saídos dos frascos.






  • Seedlings e adultas de Cattleya walkeriana com menos de 3 anos após saídos dos frascos.





  • Pseudobulbo de Cattleya nobilior bem nutrido, boa reserva nutricional, rebrotando de maneira excepcional

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Tem touceira porque tem formiga, ou tem formiga porque tem touceira?

Não raro nas matas encontramos touceiras de orquídeas, bem como de outras plantas como Bromeliaceas, repletas de formigas.

Existem uma série de relações ecológicas já conhecidas entre formigas e plantas, muito além da herbivoria relacionada com as saúvas.

Por exemplo, o mutualismo, ou protocooperação que caracteriza-se por ambas as espécies, planta e inseto, obterem benefícios com a associação.

As plantas estão longe de serem passivas no ambiente que as cercam, seus órgãos comunicam-se bioquimicamente entre si, induzindo a respostas morfo-fisiológicas para sua sobrevivência.

Dentre as morfológicas podemos citar a produção de cutículas mais espessas, como barreiras físicas contra os ataques de pragas, bem como estruturas em seus órgãos que servem de abrigo aos predadores de suas pragas, por exemplo, as plantas mirmecófitas, exemplo especial no nosso caso, a orquídea da América Central Myrmecophila tibicinis (Bateman ex Lindl.) Rolfe, Orchid Rev. 25: 51 (1917) , também aqui, com orifícios e câmaras nas bases de seus pseudobulbos, que servem de abrigo para as Formicidaes.

E fisiologicamente, sintetizando uma gama enorme, e pouco compreendida, de metabólitos secundários, tais como fenóis, que as tornam bastante indigestas a seus inimigos. Há ainda os semioquímicos, substâncias químicas utilizadas na comunicação entre os organismos, de uma mesma espécie, os feromônios, e entre espécies diferentes, os aleloquímicos, ilustrando este último, como se as plantas sob ataque de seus inimigos dissessem aos inimigos naturais dos mesmos: "venham que aqui tem comida para vocês", por meio de substâncias voláteis liberadas no ambiente, que servem como "guia" para os mesmos chegarem até elas, susbtâncias as quais também são denominadas de infoquímicos, o que seria de grande importância para aquelas espécies de insetos caçadoras,nômades e solitárias.

No caso das espécies de formigas predadoras, sendo na grande maioria eucosociais, existe a necessidade das colônias serem edificadas em lugares protegidos, tais como entremeadas às raízes e pseudobulbos das orquídeas epífitas, lembrando também que muitas destas são endêmicas de dosséis florestais, ou seja, vivem exclusivamente na copa das árvores, forrageando presas por lá, presas as quais geralmente de hábitos herbívoros atraídas pelas plantas adjacentes.

E a evolução segue, vítimas e agressores buscando driblar uns aos outros.

Mas a "brincadeira" não vai até aí, recentemente na Revista Brasileira de Ciência do Solo, saiu esta nota dizendo que "...independentemente do substrato cortado, o lixo produzido apresenta maiores concentrações de nutrientes do que as folhas, sendo importante locus de reciclagem de nutrientes no ecossistema. O lixo pode ser uma das principais razões para o aumento da concentração de nutrientes em solos de formigueiros". Então, seria extrapolar demais pensar que embora os formigueiros associados às touceiras de orquídeas sejam de espécies predadoras, e não de cortadeiras como as saúvas do referido trabalho, os mesmos também contribuíssem acumulando nutrientes e fertilizando as orquídeas epífitas gradualmente?

As orquídeas ilustradas nesse post são da espécie Microlaelia lundii (Rchb.f. & Warm.) Chiron & V.P.Castro, Richardiana 2: 11 (2002), fotografadas no habitat na região do Oeste Paulista em agosto de 2007.

Abaixo, uma touceira bastante influenciada por insetos e aranhas.













A ainda de considerar que a presença de formigas nas touceiras por vezes também as preservam de serem coletadas por pessoas, no caso deste habitat, existindo muitas outras Microlaelia lundii no lugar, as mais difíceis de serem coletadas vão sendo poupadas enquanto houverem outras mais suscetíveis.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Visita técnica

Dia desses fui chamado para dar uma orientação técnica em um orquidário doméstico.

Lá chegando, minha primeira percepção foi de algumas plantas com sintomas de morte de raízes, ou seja, sintomas visuais de deficiências de água e nutrientes minerais, algo já comentado aqui e aqui, e outras muito bem.

Sintomas nas flores de deficiência de água:











Acima à esquerda uma Denphal com pétalas e sépalas que não abriram totalmente, flácidas, bem como pendúculos florais arqueados, e acima à direita uma Lc. Luminosa (Cattleya dowiana x Laelia tenebrosa) com as sépalas dorsais arqueadas, vide seta, e com flores muito juntas. A água é necessária para as células não só das flores, mas da planta toda aumentarem de volume e expandirem completamente.

A falta de turgor nas flores corresponde à um sintoma inicial de desidratação na maioria das plantas, uma vez que são as flores as partes mais sensíveis, com tecidos de menor resistência à desidratação nestas.

Agora, flores relativamente normais no mesmo orquidário:
















A primeira mais acima, corresponde à uma Miltonia spectabilis var. moreliana, a segunda uma Cattleya velutina, ambas nativas da mata atlântica, com clima úmido relativamente constante ao longo do ano, especialmente a C. velutina, e a Miltonia nas matas um pouco mais secas mas quase sempre às margens dos rios.

Primeira conclusão, a água estava sendo fornecida de maneira relativamente satisfatória, pois estas duas últimas plantas não estariam floridas, pois são elas com relativa baixa adaptação à resistirem ao estresse hídrico.

Observando mais, notei que todas as plantas plantadas em toquinhos, placas de xaxim e Vandas em cachepôs com quase nenhum substrato preenchedo estes, no geral estavam menos desidratadas, bem como que nos vasos haviam dois diferentes tipos de substrato, alguns plantios mais antigos com xaxim, e outras plantas plantadas mais recentemente com uma espécie de terriço (solo+folhas secas+raízes) de superfície de mata como substrato.

Exemplo de plantas não envazadas, à direita uma Catasetum cernnum em placa de xaxim, à direita uma Cattleya walkeriana plantada em casca de peroba.












A seguir, exemplos de plantas em vaso com xaxim de substrato, reparem nas setas, inserção das folhas nos pseudobulbos acima da linha das bainhas secas.

















Agora, exemplos de plantas no vaso com o terriço de substrato:

Abaixo à esquerda uma Laelia, provavelmente a L. purpurata que floresceu mesmo estando desidratada, reparem na seta, folha não expandiu completamente, e está inserida bem abaixo da linha da bainha seca do pseudobulbo, inflorescência curta atarracada também, e a direita, outra Laelia com pseudobulbos bastante desidratados.















Abaixo à esquerda, um pseudobulbo novo subdesenvolvido, e à esquerda flores caídas, faltando água para levantarem. Reparem também nesta última as raízes "fugindo" do vaso.















Abaixo duas orquídeas com deficiência nutricional aguda, em vários nutrientes.















Agora à esquerda, a inflorescência de uma Anachaellum aemulum atarracada também por falta de água, e a folha de uma Blc., que deveria ser dura e quebradiça na tentativa de dobrá-la se estivesse hidratada, mas que está enrolando feito pano.












Agora, mais detalhes do terriço, notem a falta de raízes.












Conclusões finais: As plantas em outros substratos que não o terriço, conseguem aproveitar a água que chega até elas pelo fato de terem raízes vivas e saudáveis.

O terriço com as características de reter água por mais tempo ("demasiadamente mais tempo"), aliada a provável alta acidez e alto teor de alumínio do mesmo, acarreta em progressiva morte de raízes das orquídeas epífitas ao longo do tempo, sendo as plantas mais prejudicadas as que foram plantadas à mais tempo neste substrato.

Recomendações: De imediato sustituir o terriço por outro substrato de orquídea, o mais acessível atualmente é o pedrisco, xaxim anda difícil e caro.

Para aquelas plantas mais prejudicadas é conveniente uma passagem pela “UTI”.

O timer que controla a irrigação pode ser programado para irrigar 10 minutos por dia, por volta das 17h, uma vez que na atual programação, 10 minutos a cada dois dias, as plantas nas cascas de peroba, toquinhos e placa de xaxim aparentemente poderiam estarem mais túrgidas.

Acredito que para orquídeas terrestres o terriço venha a ser um bom substrato em muitos dos casos.


*A POSTAGEM FOI-ME AUTORIZADA PELO PROPRIETÁRIO DO ORQUIDÁRIO.