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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Alguém salve as feias


Bom, esta C. walkeriana está fora dos "rigorosos" padrões de "qualidade" que vemos disseminados por aí, mas não trocaria por uma 'Feiticeira' ou uma 'Tokio' (mesmo porque provavelmente eu não encontraria ninguém interessado nesta troca). A origem desta me leva a crer que foi das últimas remanescentes coletadas na minha região, Marília/SP, pois é coisa de 50 anos em uma família que nunca saiu das redondezas, embora provas concretas provavelmente nunca terei, mas eu gosto da história que em boa parte inventei para eu mesmo.

Hoje na região ainda há alguns resquícios de diferentes fitofisionomias de Mata Atlântica ,e alguma coisa de Cerrado também já pude ver, especialmente na medida que se vai para o oeste, então acho possível lá ter tido walkeriana de fato, embora não tenha encontrado o "ninho" delas ainda.

O importante é estar indo sempre atrás de algo, como walkerianas de formas redondas, mas meu fetiche são os elos, que  talvez, estejam perdidos. Tokio, Feiticeira e cia. muito provavelmente são menos raras que exemplares cujas populações foram já extintas nos seus habitats, o que faz delas verdadeiras relíquias, e possivelmente úteis no futuro.

Sou curioso para saber de onde surgiu esta idéia de que "orquídeas de qualidade são as de pétalas que se tocam" (ao menos em alguns gêneros de orquídeas), me corrijam por favor, mas penso que muito provavelmente este tipo de "tecnologia muito sofisticada" para variar tenha sido importada "dos extrangeiros"...